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Dois meses sem pistas do assassino de psicóloga
por Mara Cornelsen  |  05/06/2010 às 12h54m   |   456 visualizações

Transcorridos dois meses do misterioso desaparecimento e assassinato da psicóloga Rejane Neppel Godoy, 44 anos, cujo corpo foi encontrado em 19 de maio, embaixo do Viaduto dos Padres, (BR-277, quilômetro 42) em Morretes, a polícia ainda não dispõem de informações para esclarecimento do caso.

As investigações estão a cargo da Delegacia de Vigilância e Capturas (DVC), sob o comando do delegado Jaime da Luz, que aguarda o laudo de peritos e legistas. Rejane trabalhava na Secretaria Municipal de Recursos Humanos, no setor de saúde ocupacional, e foi vista com vida pela última vez, em 5 de abril, na hora do almoço.

Ela deixou o computador ligado, gavetas destrancadas e um livro aberto na página que estava lendo. Saiu apressada, falando ao celular. Desceu pelas escadas e alcançou a rua, sendo filmada pela câmara de segurança do Edifício Delta, na Avenida João Gualberto.



A partir daí, ninguém sabe o que aconteceu. O corpo, já em decomposição, foi encontrado por funcionários da Ecovia, 44 dias depois. Ela estava com os ossos da face e da testa afundados, como se tivesse levado uma pedrada ou uma paulada.

Mistério

Sua bolsa, com a agenda e o celular, desapareceu. Indícios levam peritos a crer que Rejane foi morta ali mesmo e jogada na ribanceira. O crime teria ocorrido no mesmo dia em que ela sumiu.

De acordo com amigos e parentes da psicóloga, ela saiu com alguém que conhecia, caso contrário não iria acompanhar a pessoa até o Viaduto dos Padres, na hora do almoço, sabendo que precisava voltar ao trabalho.

Ela provavelmente foi atraída para uma cilada. Rejane tinha uma vida tranquila e era muito benquista por todos, morava com a mãe e um irmão na Barreirinha e não tinha muito dinheiro (sua conta bancária foi monitorada e não houve qualquer movimentação após sua morte).

“Ainda tentamos levantar o motivo do crime”, comentou o delegado Jaime da Luz. Qualquer pessoa que tenha informação que possa ajudar a polícia pode fazer contato anonimamente com a delegacia, pelo telefone 3219-9700 ou com a Tribuna, pelo e-mail policial@tribunadoparana.com.br.

por Mara Cornelsen



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